sexta-feira, 22 de março de 2019

LULA E TEMER LIVRES?

OS TOLOS GRITAM POR LULA
NÃO HAVERÁ NÉSCIOS GRITANDO POR TEMER

Não há razão para celebrações. A prisão de dois ex-presidentes da república envergonha o Brasil, mostrando o quanto a corrupção está imbricada aos atuais políticos brasileiros.
Não pode existir júbilo quando dois homens que deveriam cuidar dos cidadãos chafurdam na lama da desonestidade, como fizeram Lula e Temer.
O petista, carismático, carrega consigo uma legião de imbecis e fanáticos que acham que são injustas as acusações e condenações que lhe foram impostas.
Os seus áulicos sabem que ele é culpado, mas insistem em ter um bandido para chamar de seu -  parafraseando Erasmo Carlos - mesmo que seja Luiz Inácio...
O iludido séquito de Lula, entretanto, grita que o quer livre, apesar dos muitos processos a ele pespegados.
Temer tem carisma próximo de zero. Por isso, não haverá "temeristas" na porta da cadeia exigindo sua soltura, com cartazes e camisetas estampadas com frases horrorosas e de péssimo gosto, como ocorre com o ex-metalúrgico.
É estranho e muito triste perceber que pessoas que deveriam desejar um país sério e honesto prestam-se ao lamentável papel de se expor ao ridículo assim. Tentar proteger um criminoso com o caráter de Lula é uma sandice, para dizer o mínimo. Ou coisa de gente sem bom caráter...
Ele é um embuste criminoso que domina mentes frágeis e corações carentes.
Os tolos e mal intencionados que o idolatram talvez tenham algum distúrbio psicológico que os impeçam de perceber o tipo de ser humano que ele é. Lula parece estar sempre à espreita de um cadáver, seja de quem for, para fazer dele um palanque. Está sempre a fim de sustentar seu vício de querer um lugar para discursar. Mesmo que seja num velório. O petista é um animal político, sem dúvida. No pior sentido que tais palavras possam expressar.
Sua vida sempre foi pautada pela política viciada e perniciosa. E ele não consegue desvencilhar-se dessa embriaguez.
Apesar de toda a vergonha e desgaste que as duas prisões causam ao brasileiro honesto, é necessário que se prendam os ladrões, políticos e assemelhados.
Que a fila dos corruptos em direção à prisão aumente, pois...
Nissimiel


sexta-feira, 8 de março de 2019

BOLSONARO, O FILME E AS CASCAS DE BANANA

MUITAS CASCAS DE BANANA SERÃO ATIRADAS NO CAMINHO DO PRESIDENTE

O Brasil inteiro soube da publicação do presidente Bolsonaro, em que dois imbecis praticavam atos sexuais não convencionais, por assim dizer.
Qual a real necessidade de publicar os dois rapazes em situação e lugar tão impróprios?
Não cabe ao mandatário máximo mostrar cenas sexuais dos idiotas que as protagonizaram.
Não se quer aqui recriminar o tipo de comportamento sexual que o cidadão tem.
Cada um precisa de ser livre para desfrutar da sua sexualidade como melhor lhe aprouver. Perda de tempo é ocupar-se dos órgãos sexuais alheios. Que cada um cuide de sua vida e sua sexualidade, portanto.
Não se pode compactuar, todavia, com os atos imorais perpetrados à vista de todos que passavam pela rua.
É bom que se registre que são imorais apenas porque foram feitos em público. Na privacidade, que valha tudo o que quiserem, como já cantava Tim...
Quando se tem um mínimo de bom senso e uma boa dose de vergonha na cara, entretanto, o ideal é que se procure lugar aprazível ao desfrute. Ou, em última instância, que não se embriague para não perder o juízo fora de hora e lugar.
O presidente escorregou na casca de banana que lhe jogaram. Publicou o filminho dos dois idiotas.
Não deveria perder seu tempo com isso. Claro que sua intenção foi de reforçar seu repúdio ao comportamento inadequado dos "atores". Não havia necessidade, todos conhecem sua opinião sobre o assunto.
Bolsonaro já tem muitas coisas urgentes para se ocupar. Reformas primordiais estão à espera da articulação do presidente para tramitar na casas parlamentares.
Ele precisa de governar. E não correr atrás de polêmicas inúteis.
Jair Messias tem conhecimento de que seus opositores procuram formas de desqualificá-lo e desmoralizá-lo perante a opinião pública para que não consiga encampar as reformas necessárias.
O jogo é rasteiro e sujo. Bolsonaro sabe disso. Por que está pisando as cascas de banana que se lhe oferecem?
Nissimiel

quarta-feira, 6 de março de 2019

A PRISÃO DE PAULO PRETO

AS PLUMAGENS TUCANAS ESTÃO EM POLVOROSA COM A PRISÃO DE PAULO PRETO

Paulo Vieira de Souza foi condenado a cento e quarenta e cinco anos de prisão. Torce-se para que não apodreça na cadeia, claro. Espera-se que ele fique muitos anos com boa saúde e consciência para pagar pelos crimes a ele imputados e pelos quais foi condenado, na forma da Lei.
Paulo Preto, como é conhecido, é tido como operador da alta plumagem tucana. Movimentou uma fortuna para abastecer as campanhas e seguramente os bolsos e contas dos ladrões, políticos e assemelhados do PSDB.
Para o cidadão de bem, é alvissareira a noticia de que mais um useiro e vezeiro ladrão vai passar uma longa temporada no xadrez. O Brasil honesto pede que nenhum magistrado o tire da cadeia.
Há alguns ministros que amam soltar bandidos, como se sabe. Não há necessidade de citar os juízes milionários que protegem os ladrões, sob argumentos pra lá de desonestos.
Ele foi mandado a outro estado para que não fosse solto por um empresário travestido de ministro, como já ocorreu anteriormente.
É muito importante que seja condenado para desmilinguir a narrativa canalha e vitimista de quem acusa a justiça de não colocar os tucanos para contemplar o astro-rei através das grades que o separam da liberdade.
E será muito bom que Paulo Preto permaneça preso, que abra o bico (ops!) e dê os nomes das aves graúdas para quem roubava em todos esses anos. Mesmo que lhe sejam concedidos alguns benefícios pela delação.
Outro aspecto relevante é que Vieira foi condenado um dia antes da prescrição dos crimes em razão da idade de setenta anos. Isso reduziria sua pena pela metade.
"Os canalhas também envelhecem", lembra-nos o adágio. Não se deve, portanto, confiar em cabelos brancos como símbolo de probidade e honestidade...
Na lista dos favorecidos pelas propinas arrecadadas por Preto constam políticos do PSDB, que durante muito tempo enganaram a população, posando de oposição ao partido mais mentiroso da história do Brasil, o PT.
Que ninguém se iluda. Os dois partidos são praticamente da mesma má linhagem. Pertencem a uma péssima estirpe.
Que todas as aves de rapina (ops!), ladrões, políticos e assemelhados que se locupletaram do dinheiro público sejam trancafiados e paguem pelos crimes, tal qual o larápio que se diz abrigo da mais pura alma brasileira, preso em Curitiba. Se é que você me entende", como se diz para atestar o óbvio.
Os bandidos de quaisquer colorações devem ser denunciados, julgados e condenados na forma da Lei...
Nissimiel

domingo, 24 de fevereiro de 2019

O NINHO DO URUBU E AS EIRAS E BEIRAS

AOS SEM EIRA, NEM BEIRA...
AOS MILIONÁRIOS COM EIRA...

O Flamengo pretende ganhar o todos os títulos possíveis, por óbvio. Por isso, investiu muito nos últimos anos.
De acordo com pesquisas, tem a maior torcida do país e quer arrebanhar mais seguidores.
Para isso, um bom caminho é ser campeão, claro. Embora haja fenômenos estranhos, como o caso do Corinthians, que no longo período de estiagem, angariou milhões de fanáticos. O sofrimento pode aproximar mais pessoas. Esse é um caso peculiar, entretanto. Adiante...
Apesar de dever muito na praça, como a maioria dos clubes do Brasil, o Flamengo tem gastado muito dinheiro para reforçar seu elenco.
A folha de pagamento do Flamengo é altíssima e aumentou ainda mais.
Difícil é honrar os compromissos. Fossem suas empresas, os presidentes não as onerariam, sob o risco de insolvência. Como os dirigentes não respondem criminalmente pelo rombo financeiro das agremiações que comandam, contratam cada vez mais as estrelas milionárias.
Claro que é estranho que uma entidade que tem tantas dívidas se afunde ainda mais. Num país sério talvez isso não ocorresse. Mas estamos no Brasil. Logo...
Justiça seja feita, não é apenas o clube da Gávea que beira à bancarrota.
A divida de muitos clubes brasileiros também é enorme. Devem a ex- atletas, a ex-funcionários e ao governo.
Por que não quitam suas pendências antes de contraírem novas dívidas?
O caso do rubro-negro carioca é emblemático e revoltante.
Se uma empresa patrocinadora gasta milhões para expor seu nome numa camisa de clube, é claro que ela recupera seu investimento com sobras. Simplesmente investe e obtém de volta mais do que cedeu aos clubes. É seu ofício e está correta em correr atrás do capital.
Cabe frisar que, se não for do erário, nada deve ser contestado. Que as empresas coloquem seu numerário onde melhor lhes aprouver.
Mas é importante ressaltar que os meninos da base do Flamengo também precisam de tratamento condizente com as tradições e o potencial de investimento (e endividamento, reitere-se...) que a entidade possui.
O centro de treinamento do Flamengo parece, guardadas as proporções, um retrato do Rio de Janeiro, em que as enormes e pobres favelas convivem com a riqueza.
Pobre da outrora cidade maravilhosa, hoje refém dos bandidos sem camisa, sem eira nem beira e dos engravatados, com muitas "eiras" e muitas "beiras".
Ladeiam-se no local de treinos os opulentos aposentos onde fica a elite do clube e os alojamentos improvisados em que os meninos foram mortos pelo fogo e pelo descaso dos dirigentes cariocas.
Não se faz aqui defesa dos pobres nem acusação aos abastados do Rio ou de quaisquer outras plagas. Embora seja indesejável tanta desigualdade, ela existe. Os hipócritas ricos gostam de fazer demagogia e criticar as diferenças, mas nada fazem pelos desfavorecidos da sociedade.
Os artistas "lacradores", os canalhas e assemelhados, com algumas exceções, não cedem um centavo do que possuem em favor dos mais pobres. Entretanto, gritam nas redes sociais contra os ricos ( como se não o fossem também...). Demagogia na mais pura essência, acentue-se.
Os shows e espetáculos têm preços de primeiro mundo, embora nem sempre entreguem a qualidade esperada. Poderiam ser mais acessíveis, já que os promotores e protagonistas dos espetáculos dizem pugnar pelos desvalidos. Todavia, eles nunca abrem mão da vida milionária que levam. E das janelas sofisticadas das suas "beiras", observam o passar dos pobres, enquanto das janelas das redes destilam ódio pelas elites, como se dela não fizessem parte.
Não que tenham obrigação de ceder quaisquer coisas a outrem, mas que não entoem a ladainha "social" que povoa a mídia e os programas "lacradores" de TV.
Claro que os atletas que conseguiram chegar ao topo não têm obrigação ceder parte de seus vencimentos para melhorar a vida dos jogadores de base. São profissionais.
Nem faria muito sentido, posto ser obrigação dos clubes dar condições decentes aos seus meninos.
Cumpre salientar que a maioria dos garotos é oriunda da pobreza.
Na calada da noite, e sob o silêncio criminoso dos boçais, que não ligam para os sem eiras, tampouco para os sem beiras, o fogo destruiu os sonhos de rapazes recém-púberes...
Nissimiel


sábado, 2 de fevereiro de 2019

PALANQUES FÚNEBRES

PALANQUE ESTAVA PRONTO PARA LULA...

Toda a vida de Lula foi, e ainda é, pautada pela política. Ela faz parte da sua vida.
Para o bem e para o mal. Principalmente para o mal, como muitos descobriram tardiamente...
Pois bem.
Segundo se noticiou, em 2004 e 2005 ele não foi despedir-se dos dois irmãos que morreram.
Não se sabe a razão para a ausência do então presidente nos velórios dos parentes. Cada pessoa tem um jeito de sentir (ou não) as perdas da vida para a inevitável morte.
Dessa vez, entretanto, Lula queria ver o irmão Vavá. Pela última vez. Os sentimentos talvez tenham aflorado no peito de Lula.
A lei permite que isso aconteça. Quando parentes próximos morrem, a justiça PODE permitir que o condenado compareça. Mas não existe a obrigatoriedade de liberar um condenado para tal fim.
A lei usa o verbo PODER. Para os desavisados, é diferente de DEVER.
A autoridade deve analisar as circunstâncias para decidir a possibilidade de deixar o preso ir ao enterro do parente.
Lula, acostumado a fazer comícios em ocasiões similares, enxergou a possibilidade de mais um palanque para seu exercício predileto: fazer política e se defender das injustiças das quais é vítima, de acordo com os fanáticos que o seguem.
Como ocorreu na morte da esposa, quando transformou o ataúde de Marisa Leticia em local para seu discurso, o apenado desejava discursar e fazer política, tal qual seu vício o subjuga.
Na quase solidão da "cela" em que se encontra, Lula não estava preocupado com a morte do irmão. Ele talvez tenha vislumbrado a chance de novamente falar com seu público fiel, que o esperava com aplausos prontos, certamente.
Como lhe foi negada a ida ao velório, apelou ao presidente do Supremo, que o autorizou a ir, mas impôs algumas condições. Não deveria se manifestar, não poderia ser filmado, usar celular, tampouco fazer discurso. Poderia ter contato com os parentes e nada mais.
Lula, evidentemente, recusou a oferta. Afinal, velar e enterrar os mortos não são coisas tão prazerosas quanto o discurso político. Chorar e lamentar a partida dos entes queridos (como se ele gostasse de alguém..) não são parte do ofício de Lula.
O presidiário quer ter um palanque, que pode ser o caixão, como no velório da esposa. Discursou, apaixonadamente ( pela política, claro...), não respeitando o próprio luto.
Na missa em homenagem à Marisa Letícia, novamente o ex-presidente usou o momento para inflamar a massa de néscios que o idolatram. A justiça há havia decretado sua prisão.
Extrapolou o tempo dado pela justiça para se entregar e houve um principio de tumulto promovido pelos seguidores, o que postergou sua prisão. Lula pouco falou sobre Marisa.
Quando citou seu nome, usou-o como gancho para desancar os desafetos e reclamar da perseguição política da qual estaria sendo vítima. Inclusive, chegou a culpar a operação Lava Jato pela morte da mulher. Adiante.
No enterro de Vavá, houve teatro, discursos dos simpatizantes do mentiroso-mor contra todos os "inimigos da democracia".
O padre ensaiou um "Pai Nosso" ao pé do caixão do irmão do bandido, mas o que se ouviu foi o odioso e idiota grito "Lula livre".
O religioso, a principio constrangido, quis continuar a oração, mas aquiesceu. Também aderiu ao ecumenismo e à religião majoritária que se professava no ambiente: o culto ao corrupto idolatrado pelos fanáticos e imbecis que entoam inutilmente o mantra. Como já disse alguém, com a devida licença: "Lula está preso, babaca"... E, como esperam os cidadãos de bem, deve permanecer assim...
Como vergonha é artigo raro na vida dos seguidores de Lula, houve ainda a inauguração de um novo hino fúnebre: um fanático tocando a famigerada música que acompanha o líder petista, quando ele encontra iludidos, incautos e pessoas de caráter duvidoso.
Ao som de, vá lá, " olê, olê, olê olá, lulaaa, lulaaa", o féretro seguiu.
E o pobre Vavá esperando a marcha fúnebre de Beethoven...
Nissimiel

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

COM JORGE SAMPAOLI, NOVOS ARES PARA O FUTEBOL DO BRASIL

PARA OXIGENAR O FUTEBOL BRASILEIRO, SAMPAOLI

Foi uma grande jogada do Santos trazer Jorge Sampaoli para comandar a equipe.
É um grande profissional, indubitavelmente.
Num país marcado pela mesmice, é sempre bom arejar as ideias e as concepções a respeito do futebol. Ainda mais no Brasil, em que as retrancas sobrepujam o bom futebol há muito tempo.
O trabalho que realizou com o Chile, levando-o ao inédito título da Copa América, pode ser classificado como excepcional, visto que o país andino não costumava assustar os maiores do Continente, como Brasil, Argentina e Uruguai. Marcou seu nome no futebol sul-americano, merecidamente.
O Chile tem alguns grandes jogadores, mas carecia de um treinador como o argentino, que conseguiu fazer com que os atletas chilenos tivessem melhor desempenho coletivo, que culminou com a maior conquista da sua história.
E praticando um jogo bonito de ver, algo raro no modorrento esporte da América do Sul.
Mas, como em quase todas as relações humanas, a de Sampaoli com o Chile se deteriorou e ele foi respirar outros ares.
Dirigiu o Sevilla, de onde saiu para fechar contrato para comandar a seleção da Argentina e tentar o terceiro título mundial.
Mas, como se sabe, naufragou fragorosamente, juntamente com Messi e companhia.
Agora, tem a chance de fazer algo diferente no futebol brasileiro e tem sob seu comando um time com o tal DNA ofensivo, como se convencionou chamar o instinto santista de jogar futebol.
Ainda é muito cedo para cravar como certo o sucesso de Jorge Sampaoli na equipe praiana,
mas o estilo de jogo que o argentino pretende implantar no Santos é alvissareiro.
Contra o São Paulo, empurrou o time de Jardine para seu campo de defesa e atacou constantemente, sem que o adversário chutasse uma mísera vez ao gol praiano.
Ganhou com méritos. A equipe de Jardine levou um baile do Santos. O treinador tricolor declarou ter ficado impressionado com o desempenho do adversário e elogiou o colega de profissão.
Claro que é precoce apontar o Santos como o grande time da temporada, mas a proposta de jogo de seu técnico deve ser exaltada, sem dúvida...
Nissimiel

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

A LÓGICA DO QUEIROZ, SEGUNDO CANALHAS

QUEIROZ E FLAVIO, UMA  ESTRANHA RELAÇÃO

Flavio Bolsonaro precisa de explicar as movimentações bancárias e imobiliárias que realizou nos últimos anos. Isso é urgente.
Há algumas suspeitas sobre suas relações com o ex-assessor, o famoso Queiroz, que não seriam, como se convencionou dizer por estas plagas, republicanas.
 O senador eleito é um homem público e deve satisfação aos contribuintes, que querem parlamentares probos e transparentes que os represente. A renovação que houve nas chamadas casas do povo aponta para o anseio dos eleitores: ter pessoas honestas e que rompam com as velhas práticas funestas da política tupiniquim.
Qualquer sujeira que houver nas relações mal explicadas do filho mais velho do presidente pode respingar no governo e fazer estragos na imagem de combate à corrupção com a qual os novos parlamentares e Jair Bolsonaro elegeram-se.
Tudo deve ser devidamente esclarecido e se houver culpa, que se pague por ela. Todos são iguais, é o que diz a Carta.
A oposição rasteira que se faz no país, entretanto, torce contra o Brasil. Por isso, festeja orgasticamente e indaga: " E o Queiroz?" O mote está sendo usado pelos corruptos que há pouco estavam no poder para justificar seus graves delitos. Como se o "efeito queiroz" fosse capaz de redimir seus marginais preferidos. Se há o Queiroz, tudo se justifica. Lógica canalha, essa.
A pergunta capciosa foi criada também para desancar o presidente e cobrar dele e de quem o cerca uma postura para lá de ilibada. Como se fossem imaculados os canalhas e hipócritas que defendem bandidos e assemelhados, alguns deles já sob os auspícios dos carcereiros.
Felizmente, a justiça começa a alcançar os políticos, ladrões e assemelhados. E que ela continue sua marcha célere contra os malfeitores e larápios desta terra.
Não devem ser tolerados crimes. Que sejam punidos todos os que transgredirem a lei. Queirozes, flavios ou josés não podem ficar fora do alcance da Lei.
O presidente Bolsonaro já declarou que, apesar de lamentar, não será conivente com o rebento.
Que ele pague por seus erros, se os tiver.
É a postura que se espera do mandatário.
Nissimiel