quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022
O MELHOR NEGÓCIO DE TODOS OS TEMPOS
domingo, 9 de janeiro de 2022
VÍRUS CARCEREIROS E OS SUPER-HERÓIS
ELE É UM DOS INVENCÍVEIS...
sexta-feira, 24 de dezembro de 2021
OS INIMIGOS
AS TESOURAS QUEBRARAM-SE. ACABOU O TEATRO...
As pesquisas anunciam que o candidato petista é o favorito para ganhar as eleições presidenciais em 2022 e o atual ocupante do Planalto possui pouco mais de 20% de intenções de voto para o pleito.
Pois bem. Os dois são animais políticos e amam a exposição junto ao público, quando este o aplaude.
Não é à toa que Bolsonaro anda pelo Brasil afora. Recebe muito mais afagos do que apupos, por isso faz questão de parar em diversos lugares, onde tem encontrado aquilo de que os políticos gostam: o contato favorável dos eleitores, sinônimo de votos.
Já Lula evita as ruas a todo custo. Vai apenas a eventos onde haja uma claque amestrada, pronta a reverenciar seu líder. Note-se que suas visitas restringem-se a lugares fechados. Se é tão popular, ele certamente iria percorrer o Brasil, como faz Bolsonaro...
Feitas as considerações óbvias, quem são as pessoas que votarão, se não aquelas que vaiam ou aplaudem um ou outro durante sua aparições públicas?
O melhor termômetro costuma ser as ruas, salvo melhor juízo. As pesquisas, como são feitas, mostram-se cada vez mais sem credibilidade e as eleições recentes demonstram o quanto são falhas.
Um fator interessante pode apontar o quanto o "líder" acredita nos institutos de medição da vontade popular.
Não se sabe por quê, muitos ainda não se atentaram para as alianças que o petista anda fazendo, unindo-se a quem o chamou de corrupto e ladrão há pouco tempo.
O falso dilema entre PT e PSDB desmoronou-se, pelo menos para os que deixam os neurônios trabalharem. Nem a diferença metafórica entre eles, o terno e macacão de fábrica, existe mais.
Há tempos que os "armanis" predominam entre os antigos molambentos. Seus farrapos encardidos que pretendiam mostrar humildade foram abandonados.
Grifes e vida nababesca são objetos de desejo de socialistas e capitalistas. Estes, admitem, aqueles sempre dissimularam. Não o fazem mais, embora os fanáticos e néscios esquerdistas ainda pensem que são "do povo". Adiante...
O ponto aqui pode ser assim definido de maneira simples e direta: se o ex-presidente tem realmente tantos votos, por que não sai às ruas, para receber o apoio de que as pesquisas falam?
Por que acenar a Geraldo Alckmin, aquele que os desavisados acreditavam ser inimigo do PT, se poderia usufruir do poder sozinho?
Lula é egocêntrico e não admite que surjam novas lideranças do seu partido. sempre sufocou todos que ameaçassem seu reinado. Qual a razão de chamar um oponente para sua chapa?
No jantar em que anunciaram a aliança, havia uma diversidade enorme de políticos, todos irmanados em torno de Lula, com o propósito de enfrentar o presidente Bolsonaro..
Se as pesquisas estão corretas, Lula não precisa de ninguém para ser novamente presidente....
Nissimiel
quinta-feira, 9 de dezembro de 2021
A TERCEIRA VIA
Há dois candidatos favoritos para o pleito presidencial em 2022. O primeiro concorre à reeleição, um monstrengo patrocinado por Fernando Henrique Cardoso, aquele que fingia fazer oposição ao PT e enganou a população durante muito tempo.
O atual ocupante do Planalto é o candidato, por assim dizer, natural ao cargo mais importante do Brasil.
O outro tem um eleitorado fixo que o cacifa para concorrer à presidência. Por mais que se procure, para o bem e para o mal, não existe a tal terceira via. Gostando de um ou de outro, o que o eleitor terá para o ano quem vem serão Bolsonaro e Lula.
Muitos não querem nem um, nem outro e ficam especulando quais são as chances de um "azarão" tirar um dos dois do segundo turno e ganhar a disputa final.
Os chamados "isentões", que não querem ser "culpados" da eleição de nenhum dos dois postulantes principais, estão no palheiro, à procura da agulha redentora que os vacinará contra o mal que lhes parece representar Lula e Bolsonaro.
Depois de Dória, Eduardo Leite e Ciro Gomes perderem a força, apareceram mais duas figuras para ocupar a terceira via: Moro e Simone Tebet.
Alvíssaras!
A turma do "nem- um-nem-outro" ficou alvoroçada! A dúvida agora é escolher qual dos dois vai receber o voto no primeiro turno. No segundo, será um ou outro. A patota do "nem-nem" ainda vai sofrer mais um pouco...
Não se faz aqui um exercício de Pitonisa. Análise da situação é a proposta.
Quase tudo pode acontecer no Brasil.
Até mesmo a lógica...
Nissimiel
segunda-feira, 15 de novembro de 2021
VACINA OBRIGATÓRIA - QUAL A RAZÃO?
A obrigatoriedade da vacina contra o Coronavirus divide opiniões. É bom que se ressalte que as polêmicas sobre o vírus são constantes, desde que ele "apareceu" no mundo.
A política tomou conta da discussão sobre a letalidade e o poder de transmissão do "bichinho" que tem assombrado o planeta há dois anos.
O famigerado "fique em casa!", alardeado pela grande mídia e apoiado pela oposição ao presidente da república já se mostrou nocivo ao mundo, pela escassez de insumos e produtos essenciais que a inoperância de muitos setores causou.
"A economia a gente vê depois?" Saúde e economia urgem caminhar em companhia, como podemos observar na inflação crescente e no desabastecimento que assola o mundo ( sim, incautos, o mundo, e não apenas o Brasil...) em decorrência da política imbecil de prender em casa muitas pessoas que poderiam, com os devidos cuidados, continuar sua vida laboral.
Agora, querem obrigar as pessoas a tomar a vacina contra o vírus, sob pena de demissão a quem não se submeter ao experimento vacinal.
Desejam também proibir o acesso a quem não estiver inoculado, em nome do "bem-comum", que deve se sobrepor ao direito individual. Por óbvio, isso se configura uma falácia, já que a tal vacina não impede a propagação do vírus e não protege os vacinados.
Qual a finalidade dela, então? De acordo com os fabricantes, ela poderia amenizar os efeitos da Covid em quem se vacinou. Isso é um direito individual! Qual a dúvida?
sexta-feira, 6 de agosto de 2021
O QUE QUER BOLSONARO?
Afinal, o que presidente Jair Bolsonaro quer?
Para alguns detratores, pretende dar um golpe e tornar-se um ditador. O que não explicam é por que ele faria isso.
Aplicar um golpe em quem? Ora, Bolsonaro está na cadeira e não faz o menor sentido brigar para sentar-se, sandices à parte, no lugar onde já se encontra.
Lembra a anedota do patrício que, num dia muito chuvoso, pegou um ônibus em que era o único passageiro. Sentou-se à janela, que emperrada, não conseguia fechar. O motorista, penalizado com o banho involuntário que o homem tomava, sugeriu que ele trocasse de lugar. Ele olhou para todos os assentos vazios do coletivo e perguntou, confuso: "trocar com quem?" Adiante.
O presidente, conhecedor das casas parlamentares, sabia que precisaria conversar com todos. Ele deixa isso muito claro, num vídeo de 2016, quando o entrevistador pergunta-lhe sobre suas remotas chances de ser eleito e como governaria, posto que ele tinha duras críticas aos colegas de parlamento.
Bolsonaro responde, com todas as letras, que não se pode governar sozinho. Sabe que o presidente precisa de conversar com os políticos, como a democracia exige. Mesmo divergindo de alguns deputados e senadores, necessita de seu apoio para governar.
Ressalta ainda que se prescindisse do Congresso e da Câmara, seria um ditador, algo que rechaça sem hesitação. Logo, não quer ser ditador.
Nos dias atuais, malgrado as bravatas políticas durante a campanha, o presidente tem reiterado sua disposição de dialogar com os deputados e senadores, procurando aprovar as pautas que considera importantes para o Brasil. Nem sempre consegue, por óbvio. Isso faz parte do jogo político em nações democráticas.
Antes, a oposição criticava Bolsonaro porque não tinha uma base política. Diziam que não sabia articular. Agora, ele tem sua base. Mas, claro, tem de fazer concessões para ter os votos necessários para aprovar suas proposições, sem que signifique comprar homens públicos.
Não se evidenciam compra de votos, como ocorria em governos passados.
Como citado anteriormente, o presidente admitiu que teria de conversar com todos, sem o que não administraria o país.
O que quer Bolsonaro?
Governar. Para os que o acusam de fazer a mesma coisa que os governos corruptos perpetraram num passado recente, resta-lhes apresentar dados que comprovem que o presidente chafurda na mesma lama podre em que os ladrões mergulhavam.
A questão mais relevante que se apresenta com muita força atualmente é o voto auditável, que o presidente sempre defendeu.
O que Bolsonaro deseja? Algo muito simples e distante de arroubos autoritários. Ele pugna pelo direito do eleitor ter certeza de que seu voto foi realmente para quem escolheu.
Apresenta-se uma grande chance dos opositores desacreditarem o "bozo": realizem a eleição como defende Bolsonaro! Assim, ele seria ridicularizado perante seus eleitores e o mundo...
O desafio aos adversários do presidente é muito simples. Que todos se submetam-se ao escrutínio em 2022, com conferência dos votos para perguntar se o povo quer, de verdade, a volta de "almas honestas" ao Planalto ou se, como indicam as ruas, a reeleição de Jair Bolsonaro.
Nissimiel
quarta-feira, 28 de julho de 2021
A VOLTA DOS LADRÕES SERÁ CULPA DE BOLSONARO?
Com a devida licença, o uso de um chavão, para que não pairem dúvidas sobre o tipo de pessoas de quem se fala:
Os "isentões" já tentam forjar mais uma culpa para o presidente: a da volta do partido mais ladrão da História ao poder. Embora seja absurda a tese, há quem a defenda...
De acordo com essas mentes que libam veneno e vomitam ressentimentos, Bolsonaro seria o vilão que contribuiria para a volta dos ladrões a Brasília.
Esquecem-se de que não só de gritos toscos vive o presidente. Ele possui boas realizações no seu governo.
TARCISIO FAZ ÓTIMO TRABALHOGUEDES COMANDA A ECONOMIA DO BRASIL
Os que não confessam a ojeriza patológica que sentem pelo presidente dizem que as coisas estão caminhando bem, apesar de Bolsonaro. Raciocínio desonesto ou ignorância. Ou ambos.
Não é o presidente que escala ministros e auxiliares que o assessoram, casos de Paulo Guedes e Tarcísio, apenas para ficar nos dois mais bem avaliados?
Claro que há demérito quando nomeia mal e o indicado não procede bem, isso é inegável. Tanto nas coisas negativas quanto nas alvissareiras, há responsabilidade do presidente.
O jeito de falar do mandatário, entretanto, incomoda os "sensíveis de plantão", que nunca se incomodaram com os escândalos silenciosos dos que raparam os cofres do erário durante décadas.
Sem proferir palavras chulas em público, os que querem retornar ao Planalto permitiram que a lama da corrupção falasse alto nos silentes e sujos bastidores do poder durante os governos anteriores.
Debaixo de qualquer crânio que abriga uma mente sã e minimamente proba não se pode cogitar que o governo atual apadrinhe, voluntária ou involuntariamente, a volta dos ladrões ao poder.
Instalaram uma CPI a fim de imputar crimes ao presidente durante a "fraudemia" da COVID. Antes que se pense no odioso chavão " negacionista", cabe aos ignorantes saber que não se nega neste espaço a presença perigosa do vírus. A condução da crise pelos prefeitos, governadores, ladrões e afins para roubar é que se configura uma fraude. Adiante...
Não se deve escantear os erros de Bolsonaro em algumas questões. Ele vai continuar errando, humano e falho que é. Algumas vezes, reconhece e recua, o que é sinal de humildade, mas em outras vezes, continua a pecar, o que se configura burrice. Cabe aqui tal disfemismo...
A economia cresce, mesmo durante a crise. Será que isso faria os larápios voltarem?
Não há sinais de corrupção no governo, mesmo que a oposição queira a todo custo imputar ao governo escândalos. Claro que estes podem ocorrer, mas não existem evidências de assaltos aos cofres públicos.
A cantilena desonesta da vez é assim: "Se o ladrão voltar, será por culpa do Bozo...".
Apelidos pueris são próprios de pessoas adeptas também de clichês e sem fundamentação adulta.
Quando faltam argumentos ao discurso, os ignorantes da Língua proferem palavras de ordem, que relutantemente são reproduzidas neste espaço: genocida, fascista, ditador, torturador, negacionista. E, claro, alcunha preferida por "pessoas sensíveis e femininas": "Bozo".
Tais pessoas femininas não são, forçosamente, mulheres. podem ser homens que querem ser "progressistas", de esquerda e com afetações diferentes do comportamento masculino de outrora. Aqui, um eufemismo...
São, por assim dizer, "machos não opressores" . Aos que gostam de chavões, podem usar o novo...
Chamar de "bozo" não é um claro preconceito aos palhaços?
Mas isso pode, afinal é para ofender o presidente "genocida", ou seja, defender uma causa... Resumindo, hipocrisia na sua mais nojenta essência.
É sempre interessante lembrar que a esquerda ama dizer que defende "as minorias, classes desfavorecidas", seja lá o que isso quer dizer. São mais algumas expressões criadas para suprir a falta de leitura relevante e para promover demagogia barata.
Pois bem, depois de tantas aspas, vamos atribuir a quem de direito, a responsabilidade pela temida volta dos ladrões:
A culpa é de quem soltou e "inocentou" bandido, de quem está forjando pesquisas e alçando alguém ao topo das pesquisas ( mentirosas, basta sair às ruas...)...
A culpa também é de quem se diz isento, mas contribui para que o discurso dos facínoras floresça.
A mídia, órfã e em abstinência financeira, é interessada no retorno de quem, durante décadas, irrigou suas algibeiras com verbas públicas.
E, a todos que não querem transparência na apuração de votos, pode ser dado o crédito também pela volta dos assaltantes...
Nissimiel




