terça-feira, 4 de outubro de 2016

O COXINHA VENCEU!


No início da campanha, foi ridicularizado pelos adversários, chamado de "coxinha", "almofadinha" e outras pechas menos cotadas que lhe pespegaram.
Dória não se alterou. Seguiu em frente, inabalavelmente.
Tornou-se o primeiro prefeito eleito sem a necessidade de segundo turno na história de São Paulo.
Apresentando-se como algo novo na política brasileira, ganhou.
A bem da verdade, nem mesmo ele e sua equipe acreditavam na vitória tão acachapante como ocorreu. Era o favorito, claro, embora não se imaginasse que fosse no primeiro turno.
Afinal, é muito difícil desbancar alguém que tem a máquina administrativa na mão, caso de Fernando Haddad.
O atual alcaide não foi bem avaliado pelos cidadãos paulistanos, é importante frisar.
Por mais que os petistas esperneiem, é inegável que sua gestão não foi exatamente popular, só para usar uma palavra bem a gosto do PT.
A votação pífia que Haddad recebeu refletiu o descontentamento dos habitantes da maior cidade brasileira. É inegável isto! O partido a que pertence o atual mandatário culpa a elite, a imprensa burguesa, o que não condiz com a verdade, absolutamente.
Não há tantos ricos por aqui, infelizmente. Quisera os houvesse em profusão...
É um discurso já cansado dos esquerdistas, registre-se.
Repetitivo e enfadonho, mas ainda narrado por eles. Direito que lhes assiste, óbvio.
Deve-se lembrar também dos escândalos em que o PT se envolveu nos últimos anos. É mais um fator de desgaste da esquerda, pretensa monopolista das virtudes que não possui.
Democracia pressupõe respeito à vontade das urnas. Quando se ganha e também nas derrotas.
Cumpre aqui ressaltar a maneira polida e inteligente com que Fernando Haddad aceitou o resultado. Louvável sua atitude, colocando toda sua equipe à disposição para uma transição tranquila. Também  se disponibilizou para ajudar no que for possível para fazer o melhor pela cidade.
Algo digno de registro. Não se esperava nada diferente dele, civilizado e respeitoso que é.
Que seus correligionários façam o mesmo e que sejam conscientes de que foi uma disputa democrática, vencida nas urnas.
Com uma diferença que não deixa margem a dúvidas: Haddad foi reprovado pela maioria dos paulistanos.
Quanto ao eleito, o que se espera é que faça uma administração que contemple  todos os cidadãos, principalmente os mais carentes.
 A força dos votos, entretanto, não concede ao novo prefeito carta branca para desmandos e falcatruas durante sua gestão. Que ele não os cometa. A população está atenta!
Que se cobre do "coxinha", pois, uma administração limpa e honesta.
Que cumpra o que prometeu"
É o que dele se espera...
Nissimiel

sábado, 17 de setembro de 2016

PALMEIRAS PODE COMEÇAR A DESENHAR O TÍTULO


Dependendo dos resultados desta rodada que se inicia sábado, o Palmeiras pode começar a sonhar com a conquista do Brasileirão, depois de longa estiagem.
Claro que tem agora em seu encalço o Flamengo, que vem subindo de produção a cada jogo.
Esse crescimento foi visto pelo time verde durante o jogo entre os dois, quando o time carioca poderia até ter vencido a peleja e estar liderando a competição.
Ocorre que a equipe de Cuca buscou o empate e quase virou o jogo. Uma grande partida!
Não se acreditava muito no rubro-negro, mas os adversários já começam a sentir a força e a tradição do clube do Rio de Janeiro. Se os concorrentes bobearem, Zé Ricardo conduz seu time ao título.
O Atlético Mineiro não pode ser descartado também, pois tem uma equipe experiente e é bem treinada por Marcelo Oliveira.
Perdeu pontos nas últimas rodadas, mas pode se recuperar.
A emoção está garantida até o final. Aos dois postulantes iniciais, Atlético e Palmeiras, junta-se o Flamengo.
O Palmeiras, entretanto, ainda parece reunir mais condições do que os concorrentes para levantar a taça em dezembro.
Se derrotar o Corinthians, robustece-se, psicológica e moralmente para a sequência do Brasileirão. E, claro, ganha mais preciosos três pontos.
Pelo momento dos dois paulistas, o Palmeiras parece mais credenciado para a vitória.
Apesar da partida ser realizada no Itaquerão e Gabriel Jesus, o melhor do time verde estar suspenso.
Não se está vaticinando aqui a derrota do Timão, visto que o apaixonante futebol  reserva sempre surpresas. Também por ser quase imprevisível, o esporte é tão fascinante.
Sendo assim, resta torcer por um grande jogo, cheio de alternativas e emoções.
Nissimiel

terça-feira, 13 de setembro de 2016

MAIS UM CORPO QUE CAI...


CASSADO, PELO BEM DO BRASIL
Depois da deposição da presidente mais incompetente da história brasileira, chegou a vez de Eduardo Cunha ser cassado por seus pares.
É claro que há mais alguns que precisam de ser tirados das casas do povo e isso demanda tempo e muito trabalho.
Todavia, já é um alento saber que o ex-presidente da Câmara dos deputados, envolvido em denuncias fortes, como as de manter contas fora do Brasil e mentir sobre a existência delas, tenha saído do parlamento.
As articulações de Cunha serviram para deposição de Dilma, não se pode negar. Fez sua obrigação, ao aceitar o pedido de impeachment.
Deveria fazê-lo, claro, pois havia indícios fortíssimos de que Dilma havia cometido crime de responsabilidade, como ficou provado durante ´todo o processo.
Mas também é inegável que Cunha deveria ser defenestrado, por causa das muitas acusações que pesam sobre sua cabeça. Ele saiu porque sua situação era insustentável. Um bem ao Brasil que pessoas desse calibre não representem mais o povo.
Muitos poderiam argumentar que o fato do ex- deputado ter acatado o pedido do processo de impeachment foi um grande ato. Reitere-se, foi sua obrigação fazê-lo. Isso não concede a Eduardo Cunha carta branca para cometer atos antirrepublicanos, ou se locupletar do poder.
Não se devem ter corruptos, ladrões e políticos (ops, redundância!) de estimação, já disse um jornalista paulista.
Independentemente da coloração partidária, todos devem ser punidos, se comprovados os crimes.
Sendo assim, não pode haver lamento pela sua cassação. Muito pelo contrário, é motivo de júbilo que as instituições estejam funcionando no Brasil.
Alguns parlamentares aliados ao partido mais mentiroso da história do Brasil, o PT, disseram que derrotaram os conservadores ao cassar o político carioca.
Mais uma deslavada lorota. A esquerda não teria votos para derrubar Cunha. Quem o fez foram os mesmos que votaram para defenestrar Dilma, o maior embuste político que já surgiu por estas plagas.
O ocaso de Eduardo Cunha chegou. Suas artimanhas não funcionaram dessa vez.
Que outros saiam e acompanhem Dilma e Eduardo, rumo ao ostracismo de que são merecedores...
Nissimiel


sábado, 10 de setembro de 2016

O GOLPE DO PT, DO MINISTRO E DO SENADOR

GOLPE CONTRA A CONSTITUIÇÃO

Alguns dias após o afastamento da presidente mais incompetente e atrapalhada que já passou pelo Planalto, cabem aqui algumas palavras sobre Dilma e o golpe perpetrado por algumas figuras da nossa pobre República.
Não se trata daquele de que o PT e suas franjas tanto falam, certamente, como se verá adiante.
Após um período longo demais para se livrar da confusa Dilma Rousseff, o Brasil deveria respirar aliviado pela sua ausência, por certo. Mas não!
Os partidos que apoiam a saudadora de mandioca, finalmente defenestrada do poder, apontaram que haveria um golpe contra a democracia e outras barbaridades mais, se a estocadora de vento fosse cassada.
Absolutamente mentirosa tal afirmação.
Nunca é demais lembrar que todo o processo a que foi submetida a ex-presidente ocorreu de acordo com Constituição, seguindo todo o rito e com possibilidade de defesa.
As casas parlamentares participaram de todo o processo. Houve também o julgamento final, sob o comando do presidente do Supremo Tribunal Federal.
Tudo dentro da Lei, no que concerne à cassação da Presidente.
Golpe foi o que reservaram aos brasileiros honestos do país, como se viu no derradeiro minuto do julgamento de Dilma.
O presidente Lewandowski, em conluio com Renan Calheiros e outras figuras abjetas do senado, sob as bênçãos dos próceres petistas, resolveram fatiar a votação e manter os direitos políticos de Dilma.
Uma afronta à Carta Magna, que no artigo 52, diz claramente:
"Parágrafo único. Nos casos previstos nos incisos I e II, funcionará como Presidente o do Supremo Tribunal Federal, limitando-se a condenação, que somente será proferida por dois terços dos votos do Senado Federal, à perda do cargo, com inabilitação, por oito anos, para o exercício de função pública, sem prejuízo das demais sanções judiciais cabíveis."
E claro que os partidos de esquerda e quem está do lado dos ladrões do erário podem espernear à vontade e vociferar contra a "elite conservadora" ou a "imprensa golpista", é um direito que lhes assiste. Dilma saiu por um crime de responsabilidade, é importante ressaltar.
É o velho, mentiroso e cansativo discurso da esquerda. Ela quer o monopólio das virtudes. Canalhice na mais pura essência. Aos outros, imputam-se todas as maldades humanas, como fossem Pandoras contemporâneas...
Pode servir como instrumento da retórica de sempre da turma que aparelhou o Estado e privatizou o dinheiro público. Nada além disso. Não enganará mais aos atentos e honestos cidadãos...
Querem criar uma história para contar aos incautos mais tarde.
Houve um golpe, é salutar que se registre. Mas não do jeito que querem contar os canalhas mentirosos e defensores da pior presidente da História do Brasil.
O golpe aconteceu contra a Constituição brasileira e foi dado por aqueles que negociaram nas sombras para garantir uma sobrevida à moribunda e incompetente política de quem o Brasil se livrou.
Nissimiel

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

COMO FICARÁ O BRASIL SEM DILMA?


Mais interessante é analisar como o país conseguiu suportar tanta incompetência de uma pessoa que não foi talhada para exercer o cargo mais importante da República.
A bem da verdade, precisa-se de questionar qual é o talento de Dilma...
Alçada ao poder e vendida por Lula como administradora competente, mãe do PAC e outras mentiras bem ao feitio do chefe do PT, a presidente afastada demonstrou que foi o pior poste que se poderia plantar no Brasil.
Dilma foi um espantalho político, que afastou os investimentos, as casas parlamentares e o diálogo de si.
Isso foi, grosso modo, o que Lula legou ao país.
Claro que o buraco em que se encontra a economia começou a ser furado durante os dois mandatos do apedeuta-mor, além da corrupção já sentida no caso do Mensalão.
Sem falar na omissão vergonhosa na questão dos prejuízos bilionários de que o Brasil foi vítima.
Como o mentor, seu ofício é mentir. Não é igual ao mestre, posto que nem tudo se ensina ao discípulo, bem se sabe.
E o fez tão deslavadamente que iludiu milhões de eleitores, que acreditaram em suas lorotas, fabricadas no seio do partido mais mentiroso do Brasil e vendidas pelo marqueteiro João Santana.
Sabia da necessidade dos ajustes na economia e da reforma previdenciária, for sure.... Mas disse que não os faria. Engodo eleitoral.
"Fez o diabo" (palavras de Dilma) para se reeleger.
Sempre alegou ignorância em tudo. Não se pode admitir que Dilma de nada soubesse.
"Gerentona" de Lula, alegou  não saber de detalhes da compra da refinaria americana de Pasadena.
Que tipo de administradora é Dilma, que de nada soube sobre o negócio temerário em que se meteu o governo? E também Lula, que era o presidente à época, não deu o endosso para a transação?

Deveria saber, mas ignorou o negócio mal feito nos Estados Unidos. Omissão? Conivência?
A lei, entretanto, não a responsabilizou por nada. Talvez seus braços a alcancem depois do seu afastamento definitivo, se este se confirmar no Senado.
E como ficará o Brasil sem Dilma?
Sem os mais graves defeitos que um administrador pode ter, que é o caso da petista, certamente melhor...
Nissimiel

sábado, 27 de agosto de 2016

VERGONHA EM TRÊS CORES


A torcida do São Paulo F.C. está coberta de vergonha por causa da situação em que se encontra um dos clube mais tradicionais do Brasil.
Vergonha é uma palavra que talvez não dê a dimensão exata do estágio do time paulista.
Os últimos dirigentes submergiram o clube que era modelo num buraco que parece não ter fundo.
Quando parece que chegou o fim do poço, abre-se um alçapão da humilhação.
 O mais recente vexame ocorreu na derrota para o Juventude no Morumbi no meio de semana.
Com todo respeito que o clube gaúcho merece, não haveria outro resultado lógico que não fosse uma vitória do time da casa, mas o São Paulo levou dois gols e a derrota se deu.
Ricardo Gomes não parece ser, como não era em 2009, o treinador talhado para comandar o Tricolor.
Ele, entretanto, não pode ser responsabilizado por todas as mazelas tricolores, embora não se deva isentá-lo totalmente da derrota humilhante da quarta-feira. 
Teve uma postura covarde. Jogar com três volantes contra um time que disputa a série C não é uma atitude corajosa, admita-se. E em casa! Não é o que se espera de uma equipe da estatura do São Paulo.
Com volantes limitados na articulação de jogadas como Hudson, Thiago Mendes e João Schmidt, o ataque não foi acionado, apesar de manter a bola na maior parte do tempo.
Com esses atletas que não sabem sair para o jogo com a fluidez que se exige para jogar contra uma equipe fechada como veio o Juventude, toda a posse de bola foi infrutífera.
Os fãs tricolores já se manifestaram neste sábado e agrediram alguns jogadores. Algo totalmente condenável, é bom que se diga.
Não se pode apoiar a violência, sob quaisquer argumentos, mas quem prestigia o time tem o direito de protestar, desde que seja pacificamente.
A reconstrução da equipe é urgente e deveria passar pela utilização dos jovens da base, já que os experientes que foram trazidos não conseguem formar um time vencedor, à altura das tradições tricolores...
Nissimiel

  

domingo, 21 de agosto de 2016

O SORRISO DE WALLACE


O ouro conquistado pela seleção de voleibol confirma algo que a maioria da torcida já sabe: uma equipe bem organizada dentro e fora do campo de jogo tem enormes possibilidades de obter bons resultados.
A prova está na conquista do ouro olímpico.
Bernardinho comanda a equipe e o faz com a autoridade de quem é competente. Sabe conduzir as transições que se deram sob seu comando. O time é sempre renovado, sem traumas. Ou quase...
Foi assim no corte do excepcional levantador Ricardinho por motivos até hoje não bem explicitados.
O treinador bancou a exclusão do atleta e a seleção seguiu em frente. E muito bem, registre-se.
Desta vez, dispensou Murilo. Apesar das reclamações, Bernardinho mais uma vez usou de sua autoridade para cortá-lo. Os motivos devem ser relevantes.
O lugar mais alto do pódio coroa o trabalho e o talento dos jogadores, e logicamente o firme comando de Bernardinho, além de toda comissão técnica que o acompanha.
Bruno não precisa provar que joga sem depender da proteção do pai. Lidera os companheiros na quadra de maneira ímpar.
Lucarelli superou as dores e foi primordial para a equipe.
Lipe foi outro fator de desequilíbrio com ótimas atuações.
Não se pode esquecer de Serginho, que se despediu da seleção em grande estilo e foi homenageado pelos outros atletas, que o reverenciaram.
 Um dos vencedores merece destaque especial, entretanto. Trata-se de Wallace.
Símbolo da vontade de vencer, foi o mais regular de todos os jogadores da seleção.
A sua reação ao anotar pontos para sua equipe é emblemático. É o que se quer realçar aqui.
A alegria de jogar, a confiança no seu jogo e um prenúncio quase certo da vitória final que veio.
Foi emocionante contemplar o sorriso vitorioso de Wallace...